Uma mulher de 43 anos denunciou seu marido, de 51 anos, por mantê-la em cárcere privado e ameaçá-la de morte em Aparecida de Goiânia, Goiás, na noite de quarta-feira (27). Para evitar uma situação de refém, ela solicitou aos policiais que simulassem uma entrega de pizza ao chegarem ao local. O major Iuri Teixeira Brito explicou que essa estratégia foi adotada para garantir a segurança da vítima durante a abordagem.
Durante a ocorrência, os policiais perceberam que a mulher estava visivelmente nervosa e com medo. Ao entrarem na residência, encontraram uma arma de fogo no guarda-roupa do suspeito, que alegou que o armamento era registrado, mas não apresentou as certificações necessárias. A Defensoria Pública de Goiás informou que cumpriu seu dever legal ao representar o investigado na audiência de custódia, sem comentar sobre o caso.
O suspeito teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na tarde de quinta-feira (28), e o caso ainda não chegou à Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam). A situação levanta preocupações sobre a segurança das mulheres em situações de violência doméstica e a importância da atuação policial em casos críticos como este.