No sábado (1º), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que ordenou ataques aéreos militares contra membros do Estado Islâmico na Somália, incluindo um planejador sênior do grupo. Este foi o primeiro ataque militar ordenado por Trump em seu atual mandato. Em suas declarações, o presidente afirmou que os extremistas, encontrados escondidos em cavernas, haviam ameaçado os EUA e seus aliados, e que a operação destruiu as cavernas, resultando na morte de vários terroristas, sem causar danos a civis.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, confirmou que os ataques ocorreram nas Montanhas Golis e que, conforme a avaliação inicial, vários operativos do grupo foram mortos. Não houve vítimas civis. A operação acontece em um contexto de crescente preocupação com o ressurgimento do Estado Islâmico, especialmente após recentes prisões realizadas pela Interpol no leste da África.
Esses ataques também foram realizados pouco tempo depois da prisão de suspeitos de envolvimento com o Estado Islâmico, com o foco agora voltado para a estabilidade da região após a queda de Bashar al-Assad na Síria. A ameaça do grupo extremista continua a ser uma preocupação, especialmente diante de sua presença em áreas instáveis da África.