O presidente da Fifa, Gianni Infantino, estará sob intenso escrutínio durante sua participação no congresso anual da Uefa, que ocorrerá em Bruxelas na quinta-feira. O evento, que se realizará na Expo Hall 3, terá uma agenda majoritariamente procedural, mas as mensagens de Infantino são esperadas com grande atenção pelos delegados. Nos últimos 12 meses, as relações entre as principais entidades do futebol têm sido tensas e repletas de questões delicadas.
Na edição anterior do congresso, realizada em Belgrado, Infantino já havia feito uma defesa cautelosa da reintegração da Rússia nas competições. Recentemente, ele comentou em uma entrevista que a proibição de equipes russas deve ser reavaliada, especialmente para as categorias de base. Contudo, sua opinião pode não ter ressonância suficiente na Europa, mesmo que ele decida insistir no tema.
Diante da pressão sobre a Fifa e do contexto político atual que envolve o futebol, Infantino precisará abordar as questões com cautela. A expectativa é que suas declarações reflitam a complexidade das dinâmicas internacionais que afetam o esporte atualmente.

