A contratada do governo, Serco, foi acusada de agir de maneira “mesquinha e vingativa” ao remover murais motivacionais de celas de custódia em cortes na Inglaterra e no País de Gales. Esses murais, que traziam mensagens positivas, tinham o intuito de melhorar as condições em ambientes que são frequentemente considerados sombrios e opressivos.
A decisão de retirar as obras foi revelada no relatório anual dos Observadores Independentes, que são membros do público responsáveis por monitorar as condições de custódia e transporte. O documento baseia-se em 759 visitas a esses locais, que totalizaram quase 2.000 horas de monitoramento, evidenciando a preocupação com as condições enfrentadas por aqueles sob custódia.
A remoção das obras levanta questões sobre a abordagem da Serco em relação ao bem-estar dos detidos e provoca discussões sobre a responsabilidade das empresas contratadas pelo governo em garantir um ambiente menos hostil para indivíduos em situação de vulnerabilidade.

