Defesa de Marco Buzzi nega atos impróprios e critica vazamentos no caso

Jackelline Barbosa
Tempo: 1 min.

A defesa do ministro Marco Buzzi, do STJ, declarou nesta segunda-feira que ele “não cometeu qualquer ato impróprio” e expressou insatisfação por não ter participado do depoimento de uma jovem que o acusa de assédio, realizado no CNJ. Em comunicado, os advogados Maria Fernanda Ávila e Paulo Emílio Catta Pretta também criticaram o vazamento de informações sobre o caso, ressaltando que não tiveram acesso aos autos.

O posicionamento da defesa foi emitido após a divulgação de que o STJ e o CNJ estão investigando uma nova denúncia contra Buzzi. A identidade da suposta vítima e os detalhes do caso permanecem em sigilo, com o objetivo de preservar as investigações e proteger a vítima.

Os advogados argumentaram que o vazamento de informações não checadas evidencia um esforço para constranger o devido processo legal e influenciar indevidamente decisões judiciais. Além disso, afirmaram que o depoimento, realizado sem a presença da defesa, desrespeita o estatuto interno do CNJ, que exige a intimação do acusado ou de seu procurador durante a inquirição de testemunhas.

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