Em Kiev, a população enfrenta desafios extremos com a falta de aquecimento em 1.170 prédios, resultado de ataques russos à infraestrutura da cidade. As temperaturas caíram para -20ºC, e muitos moradores buscam alternativas para se manter aquecidos e garantir o mínimo de conforto em meio à crise. O ataque mais recente ocorreu na noite de terça-feira (03/02), intensificando a situação de emergência na capital ucraniana.
A realidade enfrentada pelos habitantes de Kiev é alarmante, com relatos de famílias que não têm aquecimento há semanas. O prefeito Vitali Klitschko afirmou que equipes de serviços públicos estão trabalhando intensamente para restaurar o acesso a água e eletricidade. Apesar da adversidade, os moradores têm se unido, improvisando soluções como o uso de geradores solares e aquecedores a gás, enquanto enfrentam a escassez de alimentos e o aumento dos preços.
Os desdobramentos da situação indicam uma resistência significativa entre os cidadãos, que rejeitam a rendição como opção. Além disso, iniciativas comunitárias têm surgido, com moradores se organizando para isolar canos e oferecer abrigo a quem precisa. A prefeitura também disponibiliza pontos de aquecimento e apoio, evidenciando a solidariedade em meio ao caos, enquanto as aulas nas escolas continuam, reafirmando a determinação da população em manter a vida normal mesmo diante das dificuldades.

