Jimmy Lai, um dos mais influentes críticos do governo chinês, foi condenado a 20 anos de prisão em Hong Kong em 9 de fevereiro de 2026. O magnata da mídia, conhecido por fundar o jornal Apple Daily, foi considerado culpado de conspiração com forças estrangeiras e por publicar material sedicioso. Sua condenação gerou forte condenação da comunidade internacional, que clamou por sua libertação.
A sentença é a mais severa desde a implementação da Lei de Segurança Nacional na região, que foi inspirada em normas chinesas. Os juízes indicaram que Lai foi o mentor de conspirações persistentes com estrangeiros, as quais, segundo alegações do judiciário chinês, buscavam promover sanções e ações hostis contra Pequim.
Lai se declarou inocente e afirmou ser alvo de perseguição política. Além dele, outras oito pessoas foram condenadas e receberam penas que variam de seis a dez anos. A condenação de Lai rapidamente atraiu a atenção de governos como o do Reino Unido, Austrália, Japão e da União Europeia, que expressaram preocupações graves sobre os direitos humanos em Hong Kong.

