O senador Sergio Moro (União-PR) reiterou sua determinação em viabilizar sua candidatura ao governo do Paraná pela federação União Progressista, que resultará da união dos partidos União Brasil e Progressistas. Isso ocorre em meio à declaração do diretório estadual do PP de que não aceitará sua candidatura. Em coletiva de imprensa no último domingo, 8, Moro demonstrou otimismo ao afirmar que está confiante na construção de sua candidatura.
Moro destacou a importância do diálogo político e da apresentação de um projeto convincente para os eleitores paranaenses. Ele elogiou a gestão do atual governador Ratinho Junior (PSD), mas afirmou que o estado deve aspirar a ser líder em todos os indicadores, não apenas estar acima da média nacional. Questionado sobre possíveis apoios a candidatos de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele preferiu não se posicionar entre Ratinho e Flávio Bolsonaro (PL), enfatizando a necessidade de articulação nacional por seu partido.
Apesar de estar à frente nas pesquisas de intenção de voto, com aproximadamente 40% das preferências, a candidatura de Moro enfrenta um desafio significativo com o embargo do PP, que foi imposto no início de dezembro de 2025. Moro afirmou estar trabalhando para reverter essa situação, mas o deputado Ricardo Barros (PP-PR) reiterou a posição contrária do partido em relação à sua candidatura.


