Um estudo revelou que as comunidades mais pobres da Inglaterra possuem 70% mais lojas de vape, casas de apostas e estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas em comparação com as áreas mais ricas. As pesquisas da Independent Commission on Neighbourhoods, presidida pela baronesa trabalhista Hilary Armstrong, indicam que essas regiões têm ainda menos opções de cafés e academias, bem como uma quantidade elevada de lojas que comercializam alimentos não saudáveis.
De acordo com os dados, as áreas carentes apresentam quase o dobro de estabelecimentos que vendem alimentos prejudiciais à saúde e taxas de vacância significativamente mais altas em seus comércios. A comissão advertiu que os ministros do governo podem estar ignorando as importantes zonas de comércio local ao direcionar suas atenções apenas para os centros urbanos.
A situação ressalta a urgência de políticas públicas que abordem as necessidades específicas das comunidades desfavorecidas. A falta de serviços essenciais, como creches e opções de lazer, pode agravar a situação social e de saúde das populações nessas áreas, exigindo uma resposta mais efetiva por parte das autoridades.


