A recente valorização do ouro e da prata transformou as medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 nas mais caras já produzidas. Com o ouro sendo negociado a cerca de US$ 4.950 por onça e a prata a aproximadamente US$ 76, o custo básico das medalhas aumentou significativamente, embora o prestígio olímpico continue a ser o maior componente de seu valor.
As medalhas são confeccionadas pela Casa da Moeda italiana e apresentam composições variadas. A medalha de ouro é composta por 6 gramas de ouro puro e 500 gramas de prata, enquanto a medalha de prata é feita completamente de prata. Com os preços atuais, o valor do conteúdo metálico da medalha de ouro ultrapassa US$ 2.000, enquanto a de prata chega a quase US$ 1.400.
Esse cenário torna as medalhas atraentes não apenas para os atletas, mas também para investidores que veem nelas um ativo. Com mais de mil medalhas a serem entregues, Milão-Cortina 2026 se destaca como um evento que reflete um mercado de commodities em alta, onde cada medalha carrega não apenas a história do atleta, mas também um contexto econômico relevante.


