Os Correios anunciaram o início da venda de imóveis não utilizados, parte da estratégia de reestruturação da estatal. Com o objetivo de arrecadar até R$ 1,5 bilhão em 2026, a venda inclui 21 unidades, que variam entre prédios administrativos e apartamentos funcionais. Os primeiros leilões ocorrerão em fevereiro, abertos a pessoas físicas e jurídicas.
O portfólio de imóveis à venda inclui unidades deterioradas, como um prédio comercial em São Paulo, com um lance mínimo de R$ 7 milhões. Outras unidades, como um prédio em Belo Horizonte e um apartamento em Salvador, têm valores que atraem potenciais investidores. A ação surge em um contexto onde a estatal possui cerca de 2,3 mil imóveis, dos quais 60 a 70 estão inativos.
A direção dos Correios enfatiza que a venda de imóveis é uma das várias medidas para restabelecer o equilíbrio financeiro da empresa. O plano de reestruturação busca aumentar a eficiência operacional e assegurar um futuro sustentável para a estatal, que é uma das mais importantes do Brasil. Acompanharemos de perto os desdobramentos dessa iniciativa.


