Em 6 de fevereiro de 2026, Thiago Arruda anunciou sua saída do cargo de CEO do Botafogo, após um desentendimento com John Textor, proprietário da SAF do clube. O atrito surgiu em torno dos mecanismos de financiamento que estão sendo implementados, em um momento em que o Botafogo enfrenta sérias dificuldades financeiras e disputas judiciais, especialmente relacionadas à empresa Eagle Football Holding.
O Botafogo, que se destacou ao conquistar o campeonato brasileiro e a Copa Libertadores em 2024, agora lida com um cenário desafiador, sendo impedido pela FIFA de contratar novos jogadores por conta de dívidas acumuladas. Arruda, em sua mensagem de despedida, expressou gratidão a Textor, mas revelou sua oposição a um empréstimo de US$ 25 milhões que poderia aliviar a situação financeira do clube.
As consequências da saída de Arruda ainda são incertas, mas a crise financeira e as restrições legais podem complicar ainda mais a gestão do Botafogo. A instabilidade na administração do clube, refletida na saída do CEO, levanta preocupações sobre o futuro do time no cenário esportivo, especialmente com a pressão de dívidas e a necessidade de reestruturação.


