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PF investiga aplicação de R$ 400 milhões da previdência do Amapá no Banco Master

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

A Polícia Federal cumpriu, na última sexta-feira (5), quatro mandados de busca e apreensão em Macapá, no Amapá, para investigar a aplicação de R$ 400 milhões do Regime Próprio de Previdência Social do Estado (RPPS/AP) no liquidado Banco Master. A operação, denominada Zona Cinzenta, visa apurar possíveis irregularidades cometidas pelos gestores da autarquia Amapá Previdência (Amprev), responsáveis por aprovar e executar esses investimentos.

A investigação levantou suspeitas de crimes de gestão temerária e fraudulenta, dado o risco associado à aplicação dos recursos previdenciários. A Amprev, que administra os fundos de cerca de 30 mil segurados ativos e 2.100 beneficiários, afirmou em nota que os recursos estão protegidos e destacou uma vitória judicial que permite a retenção de valores que seriam repassados ao Banco Master, agora sob supervisão judicial.

A decisão da Justiça impediu o Banco Master de cobrar servidores e pensionistas que mantêm empréstimos consignados, assegurando que os valores retidos permaneçam em uma conta específica até o julgamento final do processo. A Amprev se comprometeu a prestar contas ao Judiciário a cada 90 dias, reafirmando o compromisso com a transparência e proteção dos interesses dos segurados na previdência estadual.

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