Gianni Infantino, presidente da FIFA, e o líder do Comitê Olímpico Internacional (COI) estão enfrentando críticas por suas posturas em relação ao retorno da Rússia ao esporte internacional. As recentes declarações desses líderes, que clamam por um ‘terreno neutro’ para a participação russa, levantam questões sobre a autenticidade dos valores defendidos por essas organizações globais.
Infantino é descrito como uma figura que, em meio a um contexto geopolítico complexo, parece desviar a atenção de questões morais, criando confusão sobre a posição das entidades esportivas em relação a temas críticos. Essa percepção de incoerência nas diretrizes da FIFA e do COI não apenas prejudica a credibilidade dessas instituições, mas também compromete a integridade do esporte como um todo.
O apoio à Rússia por parte de líderes esportivos pode ter implicações sérias para o futuro das competições internacionais. À medida que o mundo se torna mais polarizado, a falta de uma posição clara e ética pode afetar a confiança do público e dos atletas nas organizações que deveriam promover a justiça e a igualdade no esporte.


