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Advogada argentina é ré por injúria racial no Rio de Janeiro

Laura Ferreira
Tempo: 2 min.

A advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, tornou-se ré após ser acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. No dia 5 de fevereiro, ela divulgou um vídeo expressando seu medo e desespero após ter sua prisão preventiva decretada pela Justiça, que também determinou o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de deixar o país.

A acusação se baseia em um incidente que ocorreu em janeiro, quando Agostina, insatisfeita com a conta, fez comentários racistas e gestos ofensivos em relação a um funcionário do local. A decisão da Justiça foi respaldada por depoimentos de testemunhas e gravações do circuito interno do bar, que corroboraram as alegações contra ela. O crime de racismo, previsto na legislação brasileira, pode resultar em penas de dois a cinco anos de prisão.

O caso de Agostina Páez não apenas destaca a gravidade das ofensas raciais, mas também levanta questões sobre a conscientização e a responsabilidade social em relação ao racismo. A repercussão do incidente pode influenciar futuros debates sobre discriminação e a necessidade de medidas mais rigorosas contra condutas preconceituosas no Brasil, refletindo um chamado à ação em relação à luta contra o racismo.

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