Em 8 de janeiro, a cidade de Rasht, no Irã, foi palco de uma violenta repressão durante protestos nacionais. O governo iraniano desligou a internet e as comunicações, desencadeando um ataque que resultou na morte de milhares de pessoas em apenas dois dias. Testemunhas relatam tiros direcionados a manifestantes, incluindo crianças, mulheres e idosos, em um cenário de caos e desespero.
A repressão violenta começou em um momento de intensas manifestações em mais de 200 cidades, com a população exigindo mudanças. A falta de comunicação dificultou a coleta de informações precisas sobre a gravidade da situação, mas relatos de hospitais e vídeos têm começado a revelar a extensão da tragédia. Organizações de direitos humanos estima que o número de mortos possa atingir dezenas de milhares.
As implicações desse massacre são profundas e geram discussões sobre a situação dos direitos humanos no Irã. A repressão desenfreada levanta questões sobre a resposta internacional e a necessidade urgente de apoio à população iraniana. Os eventos em Rasht não são apenas uma tragédia local, mas um indicativo das tensões sociais e políticas que permeiam o país.


