Com a abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 se aproximando, atletas de várias partes do mundo chegam à Itália, onde as condições climáticas favoráveis são ofuscadas pela crescente preocupação com as mudanças climáticas. O aumento das temperaturas nos Alpes italianos, que já registrou um aquecimento significativo desde a última edição dos Jogos em 1956, levanta questões sobre a sustentabilidade do evento. Muitos atletas afirmam que a ação climática é essencial para o futuro dos Jogos e seu impacto no ambiente esportivo.
Diversos atletas, como a esquiadora americana Alex Hall e a triatleta indiana Pragnya Mohan, estão se mobilizando para pressionar o Comitê Olímpico Internacional (COI) a encerrar patrocínios com empresas de combustíveis fósseis. Além disso, a organização High Impact Athletes, co-fundada pelo jogador de hóquei da Nova Zelândia, Hugo Inglis, visa apoiar iniciativas de saúde e clima, unindo mais de 230 atletas em torno dessa causa. Essas ações refletem uma crescente conscientização sobre a necessidade de um compromisso mais forte com a sustentabilidade no esporte.
O futuro dos Jogos Olímpicos de Inverno pode depender da capacidade de atletas e organizadores de integrar práticas sustentáveis. Projetos como o


