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Juros futuros na B3 apresentam leve queda e encerram o dia estáveis

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

No dia 5 de fevereiro de 2026, o mercado financeiro brasileiro observou uma leve descompressão nas taxas de juros futuros negociadas na B3, com reduções que não ultrapassaram os 3 pontos-base nos segmentos curtos e médios. Ao final do pregão, no entanto, as taxas fecharam praticamente inalteradas, evidenciando uma cautela dos investidores em relação às movimentações do cenário econômico global.

Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries caíram significativamente, influenciados por dados econômicos fracos e um movimento de busca por ativos mais seguros. Os indicadores de emprego, como o aumento nos pedidos de auxílio-desemprego e a redução nas vagas disponíveis, sinalizam uma desaceleração econômica, o que pode ter contribuído para a performance dos DIs no Brasil. Apesar das oscilações no exterior, o mercado local mostrou resiliência e uma tendência de estabilização nas taxas, conforme apontou um especialista do setor.

Os leilões de títulos públicos realizados pelo Tesouro Nacional não impactaram significativamente a curva nominal, uma vez que a expectativa era de uma emissão maior. Com a taxa de juros encontrando novos patamares, o mercado de renda fixa parece se acomodar, aguardando mais sinais dos fundamentos econômicos. A continuidade dessa estabilidade poderá indicar uma nova fase para os investimentos no Brasil, à medida que a dinâmica internacional evolui.

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