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PM do Reino Unido defende assessor após polêmica sobre embaixador dos EUA

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

O Primeiro-Ministro do Reino Unido, Keir Starmer, está sob pressão crescente após a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA, levando a pedidos para a demissão de seu assessor sênior, Morgan McSweeney. Apesar das críticas e alertas sobre a insustentabilidade da posição de McSweeney, o governo reafirmou sua confiança nele, enquanto a espera por documentos relacionados a Mandelson provoca frustração entre os parlamentares.

Starmer pediu desculpas publicamente às vítimas de Jeffrey Epstein, um condenado por crimes sexuais, devido à proximidade de Mandelson com o criminoso. A situação gerou tensões dentro do Partido Trabalhista, onde alguns membros expressaram preocupações sobre como a continuidade de McSweeney poderia comprometer a posição de Starmer. A expectativa é de que a situação se agrave com a demora na liberação de documentos que podem impactar a nomeação.

As implicações dessa controvérsia podem afetar não apenas a imagem do governo, mas também a estabilidade política de Starmer. O apoio a McSweeney pode ser visto como uma tentativa de reforçar a lealdade interna, mas também pode resultar em um desgaste significativo se as críticas aumentarem. O desdobramento desse caso será acompanhado de perto, uma vez que pode influenciar a dinâmica do Partido Trabalhista e suas futuras estratégias políticas.

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