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LATE transforma entendimento sobre demência em idosos

Eduardo Mendonça
Tempo: 1 min.

Pesquisadores da Universidade do Kentucky identificaram a LATE, uma condição que pode ser responsável por até 20% dos casos de demência em idosos. Essa condição, formalmente descrita em 2019, apresenta sintomas semelhantes aos do Alzheimer, mas resulta de depósitos anormais da proteína TDP-43 no cérebro, diferentemente das proteínas beta-amiloide e tau, que caracterizam o Alzheimer.

O reconhecimento da LATE é fundamental para evitar diagnósticos imprecisos e para alinhar expectativas quanto ao tratamento. Embora o diagnóstico seja atualmente realizado apenas post-mortem, esforços estão em andamento para desenvolver métodos que permitam a identificação da LATE em vida. Isso é especialmente importante, pois a condição pode afetar o curso da terapia e a comunicação sobre o prognóstico com os pacientes.

Com o avanço das pesquisas, espera-se que novos biomarcadores e tratamentos específicos para a LATE sejam desenvolvidos, contribuindo assim para uma melhor compreensão e manejo da condição. Essa mudança nas práticas médicas pode levar a diagnósticos mais precisos e a um tratamento mais adequado, melhorando a qualidade de vida dos pacientes afetados.

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