Em 4 de fevereiro de 2026, o governo Trump entrou com uma solicitação em tribunal para que a Nike cumpra uma intimação judicial relacionada a acusações de discriminação contra pessoas brancas. A Comissão de Igualdade de Oportunidades Trabalhistas dos EUA (EEOC) alega que a Nike não forneceu todas as informações necessárias para a investigação, levantando preocupações sobre suas práticas trabalhistas e políticas de diversidade.
As acusações, apresentadas por Andrea Lucas, comissária da EEOC e crítica de iniciativas de diversidade, afirmam que a Nike pode ter violado a lei ao implementar um tratamento discriminatório. A empresa estabeleceu uma meta de que 30% de seus cargos de liderança sejam ocupados por minorias raciais e étnicas, o que está sendo contestado em tribunal. A Nike, em resposta, classificou a ação da EEOC como surpreendente e reafirmou seu compromisso com a legalidade e equidade em suas práticas trabalhistas.
Este desdobramento pode ter implicações significativas para a Nike e suas políticas de diversidade e inclusão. A empresa já foi alvo de críticas e elogios em campanhas anteriores, como a parceria com Colin Kaepernick, que abordou questões de discriminação racial. O resultado deste processo poderá influenciar a forma como as empresas abordam a diversidade e a equidade em suas contratações e políticas internas.


