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Trump Prioriza Aquisição da Groenlândia como Estratégia de Segurança

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

Em 2018, durante uma reunião de inteligência, Donald Trump ficou intrigado com a possibilidade de adquirir a Groenlândia, influenciado por preocupações sobre a crescente atividade militar russa e chinesa no Ártico. Um amigo sugeriu que a crise econômica da Dinamarca poderia ser uma oportunidade para os Estados Unidos comprarem a ilha. Desde então, essa ideia evoluiu para uma prioridade na política externa de Trump, que considera a Groenlândia vital para os interesses de segurança nacional dos EUA.

Trump argumenta que a Groenlândia é essencial na era de competição no Ártico, alertando sobre a militarização russa e os avanços comerciais chineses. Ele já ameaçou aplicar pressão econômica sobre a Dinamarca e explorou meios informais para obter controle sobre a ilha. Com a intensificação das tensões diplomáticas, Trump busca reafirmar a influência dos EUA na região, algo que gera desconforto entre aliados da NATO, como o Canadá.

À medida que as negociações se aproximam, o futuro da Groenlândia na política americana permanece incerto. A resistência da Dinamarca em negociar a soberania da ilha e a mobilização de tropas europeias para reforçar a posição na Groenlândia complicam a situação. Contudo, Trump e seus assessores permanecem determinados a aplicar uma pressão extrema para garantir o que consideram um ativo estratégico crucial para a segurança dos EUA.

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