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Denúncias de assédio sexual em escolas cívico-militares do Paraná chocam comunidade

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

Mães e alunas no Paraná acusam um monitor militar de assédio sexual, relatando toques inapropriados em meninas entre 11 e 13 anos. O incidente ocorreu em escolas cívico-militares, e o monitor foi afastado do programa quase dois anos após a denúncia formal. O caso permanece em sigilo, o que levanta preocupações sobre a transparência e a proteção das vítimas.

As denúncias surgiram em meio a um contexto de crescente atenção sobre a segurança em instituições de ensino no Brasil. As mães expressaram indignação ao afirmar que suas filhas foram comparadas a prostitutas, um comentário que evidencia a gravidade da situação. A falta de ação imediata em resposta às denúncias também é um ponto crítico que suscita questionamentos sobre a responsabilidade das autoridades envolvidas.

O desdobramento desse caso pode ter implicações profundas para as políticas de segurança nas escolas cívico-militares. A comunidade escolar está em alerta, e as autoridades devem considerar a implementação de medidas mais rigorosas para prevenir casos semelhantes. A situação destaca a necessidade de um diálogo aberto sobre a proteção dos alunos e a importância de um ambiente seguro para todos.

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