Alunas e mães no Paraná apresentaram graves acusações contra um monitor militar, que teria cometido atos de assédio sexual em meninas entre 11 e 13 anos em escolas cívico-militares. As denúncias surgiram quase dois anos atrás, mas o caso permanece sob sigilo judicial e não foi amplamente discutido na mídia.
As alegações incluem toques inapropriados, levando as envolvidas a se sentirem desrespeitadas e comparadas a prostitutas. Embora o monitor tenha sido afastado do programa, as vítimas e suas famílias expressam frustração pela falta de transparência e pela demora nas providências necessárias.
O silêncio em torno do caso levanta preocupações sobre a segurança e o bem-estar das alunas nessas instituições. A situação pode gerar uma série de desdobramentos, incluindo a necessidade de revisão das práticas de supervisão dentro das escolas cívico-militares e um maior rigor nas investigações sobre denúncias de assédio.


