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Conselheiro do TCE do Rio é condenado a 13 anos por lavagem de dinheiro

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

José Gomes Graciosa, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, foi condenado a 13 anos de prisão pela prática de lavagem de dinheiro. A sentença foi proferida no dia 4 de fevereiro de 2026, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que decidiu por 7 votos a 4. Embora condenado, Graciosa poderá recorrer da decisão e, por enquanto, os efeitos da sentença não são imediatos.

A condenação decorre de um esquema de lavagem de dinheiro que envolve contas mantidas na Suíça, abastecidas com valores oriundos de propinas. A ex-mulher de Graciosa, Flávia Lopes Segura, também foi condenada a 3 anos e 8 meses de pena, em regime aberto. Os detalhes da denúncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da República, indicam que o casal utilizava contas em nome do conselheiro e de uma offshore para ocultar a origem dos recursos.

Além disso, Graciosa enfrenta outras acusações em um processo ligado à mesma investigação, envolvendo outros membros do TCE. A expectativa é que essa ação, que também investiga um suposto esquema de corrupção na Corte de Contas, seja julgada em breve, o que pode acarretar novas implicações para o conselheiro e seus colegas.

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