Uma jovem de 18 anos denunciou o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, por assédio sexual durante suas férias em Balneário Camboriú, Santa Catarina, no início de janeiro. Segundo a vítima, o ministro teria tentado agarrá-la enquanto estavam na praia, levando a família a registrar um boletim de ocorrência em São Paulo. O caso foi encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) devido ao foro privilegiado de Buzzi.
De acordo com relatos, a jovem, que é filha de amigos do ministro, estava na praia quando o incidente ocorreu. Após informar seus pais sobre o ocorrido, a família decidiu retornar a São Paulo para formalizar a denúncia. O CNJ confirmou que o processo está sob sigilo, visando proteger a intimidade da vítima e evitar a revitimização durante as investigações.
O ministro Marco Buzzi, que integra o STJ desde 2011, negou as acusações em nota, afirmando que as insinuações não correspondem aos fatos. O advogado da vítima declarou que o foco é preservar a segurança da jovem e de sua família, enquanto aguardam que as investigações sigam rigorosamente. A situação levanta questões significativas sobre a responsabilidade e a conduta de figuras públicas em casos de assédio.


