Adilson Amadeu, vereador pelo União Brasil em São Paulo, voltou a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal no dia 3 de fevereiro. Ele assume temporariamente o lugar do vereador Ricardo Teixeira, que se licenciou por 38 dias para tratar de saúde. Amadeu já foi condenado duas vezes por antissemitismo e é conhecido por suas polêmicas declarações durante discussões legislativas.
Amadeu já cumpriu cinco mandatos na Câmara, mas, na última eleição, obteve apenas votos suficientes para se tornar suplente. Em seus primeiros discursos, ele abordou questões ligadas à categoria dos taxistas e expressou sua intenção de continuar trabalhando até 2026. O vereador enfrentou condenações por injúria racial, incluindo um caso em que se referiu a um colega de forma ofensiva durante uma discussão em 2019.
A volta de Amadeu à Câmara levanta preocupações sobre a normalização de discursos de ódio no ambiente político. Ele já havia sido condenado a dois anos e meio de prisão, com a pena convertida em trabalhos comunitários. As implicações de sua presença na Câmara podem afetar a percepção pública sobre a legislação e a convivência entre diferentes grupos étnicos e sociais na cidade.

