Starmer se arrepende de nomeação de Mandelson como embaixador nos EUA

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, lamentou publicamente nesta quarta-feira (4) a nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos, um cargo que ele ocupou até setembro. A destituição de Mandelson ocorreu após a revelação de seus laços com Jeffrey Epstein, um notório criminoso sexual que faleceu em 2019. Durante sua fala na Câmara dos Comuns, Starmer mencionou que Mandelson havia mentido em várias ocasiões sobre sua relação com Epstein, o que contribuiu para seu afastamento.

Starmer afirmou que está comprometido em tornar públicos todos os detalhes sobre a nomeação de Mandelson e as circunstâncias que levaram à sua remoção. No entanto, ele ressaltou que algumas informações podem ser retidas para proteger a segurança nacional. A situação levanta questões sobre a transparência e a responsabilidade dentro do governo britânico, especialmente em relação a cargos de representação internacional.

As implicações desse caso podem afetar a confiança pública na administração de Starmer e no Partido Trabalhista, além de questionar as políticas de nomeação para cargos sensíveis. A exposição de possíveis mentiras por parte de Mandelson pode gerar uma discussão mais ampla sobre a ética no governo e a necessidade de maior vigilância nas nomeações diplomáticas, refletindo a crescente preocupação com a integridade nas relações governamentais.

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