Advogado do piloto acusa injustiça em caso de agressão a adolescente

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

O advogado de defesa do piloto Pedro Turra, preso por agredir um adolescente de 16 anos e deixá-lo em coma, afirmou que a prisão é resultado de preconceito social. Ele argumentou que a situação do cliente, um jovem branco e de classe média, influenciou a decisão das autoridades. O incidente ocorreu em Brasília, na noite de 22 de janeiro, após uma discussão que começou por causa de um chiclete.

O jovem agredido sofreu ferimentos graves e permanece internado em uma unidade de terapia intensiva, em estado crítico. Turra foi detido no dia 30 de janeiro, na casa de sua mãe, e está sendo investigado por lesão corporal gravíssima. O advogado classificou a prisão como um ato absurdo, alegando que seu cliente não está recebendo o devido processo legal.

As implicações deste caso são significativas, uma vez que levantam questões sobre a percepção social e a aplicação da lei em situações de violência. A investigação continua, e a defesa busca reverter a situação, enquanto a saúde do adolescente permanece precária. O desdobramento deste caso poderá ter repercussões maiores, especialmente em relação à percepção pública sobre justiça e desigualdade social.

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