Deivis Marcon Antunes, que ocupou a presidência do Rioprevidência, foi detido pela Polícia Federal em 3 de fevereiro de 2026, durante uma operação ligada ao caso Master. A investigação busca apurar supostas fraudes e desvio de recursos públicos, colocando em evidência a luta contra a corrupção no Brasil.
O caso Master envolve uma série de irregularidades na gestão de fundos públicos, e a prisão de Antunes é um desdobramento significativo nas apurações. A Polícia Federal tem intensificado suas operações para confrontar práticas corruptas, o que pode gerar repercussões nas esferas política e administrativa do estado, além de trazer à tona outros possíveis envolvidos.
A detenção do ex-presidente do Rioprevidência poderá impactar futuras investigações e a confiança da sociedade nas instituições públicas. O desfecho desse caso poderá influenciar a percepção sobre a eficácia das medidas anticorrupção no Brasil e a necessidade de reformas no sistema de governança.


