O presidente Lula busca consolidar o senador Rodrigo Pacheco como seu candidato ao governo de Minas Gerais. Contudo, a falta de comunicação com os petistas tem favorecido Alexandre Kalil, que se organiza de forma independente para a disputa ao Palácio Tiradentes. Pesquisas internas revelam uma forte rejeição à polarização entre Lula e Jair Bolsonaro, o que pode abrir espaço para Kalil.
No entorno de Kalil, a decisão de não contar com o PT no primeiro turno ganhou força, refletindo uma estratégia que visa ampliar sua base eleitoral. O ex-prefeito de Belo Horizonte apresenta-se como uma opção viável para os eleitores que buscam alternativas à polarização política. O cenário se complica para o PT, que agora considera outros nomes, como Sandra Goulart, para garantir presença nas eleições.
Diante desse contexto, a possibilidade de uma reaproximação entre Kalil e o PT no segundo turno não pode ser descartada, dependendo do desempenho nas urnas. A avaliação atual indica que o ex-presidente do Senado pode não se candidatar, levando a siglas a reavaliar suas estratégias. A dinâmica política mineira continua em transformação, tornando a situação cada vez mais imprevisível.

