Investigação no Reino Unido apura uso de deepfakes por empresas de Elon Musk

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

No dia 3 de fevereiro de 2026, o Information Commissioner’s Office (ICO) do Reino Unido anunciou a abertura de uma investigação formal sobre as empresas X e xAI, de Elon Musk. A investigação se concentra na conformidade dessas empresas com a legislação de proteção de dados, especialmente após a utilização do chatbot Grok para a criação de imagens deepfake de conteúdo sexual sem o devido consentimento.

A decisão do ICO de investigar surge em um contexto onde a proteção de dados e a privacidade se tornaram questões centrais no debate público, especialmente na era digital. O uso de tecnologias como deepfakes levanta preocupações significativas sobre consentimento e direitos individuais, o que pode impactar a forma como as empresas de tecnologia operam e se relacionam com os usuários. A investigação pode resultar em mudanças nas práticas de conformidade e na necessidade de regulamentações mais rigorosas.

As implicações dessa investigação são amplas, podendo afetar não apenas as empresas de Musk, mas também todo o setor tecnológico, que enfrenta crescente escrutínio sobre suas práticas de privacidade. Dependendo dos resultados, o ICO poderá impor sanções e exigir que medidas corretivas sejam implementadas. Este caso poderá servir como um precedente importante na luta pela proteção de dados em um ambiente digital em constante evolução.

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