Gianni Infantino critica boicote à Copa e defende Rússia em competições

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, manifestou sua oposição a um boicote às partidas da Copa do Mundo de 2026, programada para ocorrer nos Estados Unidos. Ele argumentou que tais ações, apoiadas por líderes europeus, apenas gerariam mais animosidade. Em entrevista ao canal britânico Sky News, Infantino também expressou sua posição favorável ao retorno da Rússia às competições, que foi excluída após a invasão da Ucrânia em 2022.

Infantino enfatizou que proibições não contribuem para a paz e questionou por que o futebol deveria ser tratado de forma diferente das relações comerciais entre países. Ele destacou a importância de eventos esportivos como oportunidades para unir as pessoas em torno da paixão pelo futebol. Além disso, o dirigente criticou a exclusão de atletas russos, sugerindo que isso só alimenta o ressentimento, e reiterou a necessidade de reconsiderar as regras da Fifa que proíbem países de participar por ações de seus líderes políticos.

As declarações de Infantino provocaram reações polarizadas, especialmente entre autoridades ucranianas, que consideraram suas palavras irresponsáveis e insensíveis. O ministro dos Esportes da Ucrânia e o chefe da diplomacia do país expressaram indignação, lembrando das graves consequências do conflito em curso. Enquanto Infantino defende uma abordagem mais inclusiva no esporte, a situação continua a gerar debates intensos sobre ética e justiça no contexto esportivo internacional.

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