Indignação persiste após liberação de arquivos de Epstein pelo governo dos EUA

Eduardo Mendonça
Tempo: 2 min.

Advogados exigem mais divulgações após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos ter liberado cerca de 3 milhões de arquivos investigativos sobre Jeffrey Epstein na última semana. Embora a liberação tenha sido um passo significativo, a indignação continua, com alegações de que milhões de documentos ainda permanecem retidos. O prazo para a divulgação completa era 19 de dezembro, conforme determinado pela Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein.

A liberação dos arquivos ocorreu quase seis semanas após o prazo estipulado, o que intensificou críticas sobre a transparência e a eficácia do Departamento de Justiça. Muitas vozes na sociedade civil, incluindo advogados e ativistas, expressam preocupação de que informações cruciais para entender o caso Epstein ainda não foram disponibilizadas ao público. Essas exigências por mais transparência refletem um desejo contínuo de justiça e responsabilização em relação aos envolvidos.

Os desdobramentos dessa situação podem impactar a confiança pública nas instituições governamentais e na capacidade do sistema de justiça de lidar com casos de grande repercussão. À medida que a pressão aumenta por mais divulgações, a administração pode enfrentar desafios adicionais para garantir a transparência desejada. Assim, o futuro do caso Epstein continua a ser um tema de intenso debate e vigilância.

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