Clinton aceita depor sobre caso Epstein após pressão no Congresso dos EUA

Marcela Guimarães
Tempo: 1 min.

Bill e Hillary Clinton confirmaram que testemunharão perante o Congresso dos Estados Unidos sobre o caso do condenado Jeffrey Epstein. A decisão, anunciada nesta segunda-feira, foi motivada por pressões do Comitê de Supervisão, que lidera uma investigação relacionada ao escândalo sexual que abalou o país. O casal, que inicialmente relutou em comparecer, busca evitar uma convocação compulsória que poderia resultar em sanções legais.

A investigação em torno de Epstein, que foi encontrado morto em 2019, continua a gerar controvérsias, especialmente em relação a figuras públicas que tiveram conexões com ele. Apesar de não haver acusações formais contra os Clintons, eles afirmaram que o depoimento é uma oportunidade para estabelecer um precedente sobre a transparência no processo. A expectativa é que outros envolvidos no escândalo possam ser levados a depor, aprofundando a investigação.

Enquanto isso, o governo e alguns parlamentares pressionam por mais transparência sobre o caso Epstein, que inclui nomes de várias personalidades influentes. O ex-presidente Donald Trump, que também é mencionado nas investigações, promete revelações sobre o caso, apesar de ter minimizado sua relação com Epstein. O desdobramento dessa situação pode intensificar as divisões políticas nos EUA, à medida que novas informações emergem.

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