Peninha critica voto evangélico e é alvo de investigação do MP

Camila Pires
Tempo: 2 min.

O escritor e comunicador Eduardo Rômulo Bueno, conhecido como Peninha, se posicionou nesta terça-feira sobre as acusações de prática de intolerância religiosa. A manifestação ocorre após o deputado estadual Leonardo Siqueira, do partido Novo-SP, solicitar ao Ministério Público de São Paulo a investigação de Peninha por supostamente sugerir que evangélicos deveriam perder o direito ao voto em um vídeo publicado no YouTube.

Em sua nota, Peninha esclareceu que suas declarações foram uma crítica ao voto evangélico, que considera ‘retrógrado, reacionário e nefasto’. Ele explicou que seu discurso estava repleto de exageros e metáforas, não sendo uma defesa literal de que evangélicos não possam votar. O comunicador lamentou a escolha de políticos que, segundo ele, representam retrocessos nas pautas que poderiam beneficiar o Brasil.

O caso levanta questões significativas sobre a influência do voto evangélico na política nacional e os potenciais desdobramentos de uma investigação formal. Peninha sugere que essa representação pode ser uma oportunidade para discutir a relação entre religião e política, além de refletir sobre como o voto evangélico tem moldado a cena política tanto no Brasil quanto em outros países. O desfecho dessa investigação poderá repercutir em futuras discussões sobre liberdade de expressão e intolerância religiosa no país.

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