Bill e Hillary Clinton foram convocados para depor em uma investigação do Congresso dos Estados Unidos, relacionada ao criminoso sexual Jeffrey Epstein. A informação foi confirmada por um porta-voz do ex-presidente nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026. O Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes, de maioria republicana, alega que ambos não atenderam a intimações para esclarecer suas conexões com Epstein, que foi encontrado morto na prisão em 2019.
O porta-voz Angel Urena destacou que os Clintons pretendem estabelecer um precedente aplicável a todos os convocados. A investigação, segundo os Clinton, é utilizada como uma ferramenta política contra adversários do presidente Donald Trump, que manteve uma amizade com Epstein, mas não foi chamado a depor. Ambos os Clintons negam qualquer envolvimento em condutas criminosas, com Bill afirmando que não tinha contato com Epstein há mais de uma década e desconhecia suas atividades ilegais.
O caso de Epstein, que é acusado de liderar uma extensa rede de exploração sexual, ganhou notoriedade após seu suicídio em agosto de 2019, antes do julgamento. As implicações dessa investigação no cenário político americano são vastas, especialmente considerando o contexto das relações entre os Clintons e a administração de Trump. Os desdobramentos futuros poderão influenciar a percepção pública e a dinâmica política em um período de intensa polarização.

