Na madrugada de terça-feira (3), a Rússia recomeçou os ataques contra Kiev, em um contexto de intenso frio, conforme informado por autoridades locais. O bombardeio se deu após uma pausa de vários dias, mediada pelo presidente dos Estados Unidos, que anunciou uma trégua temporária. As temperaturas em Kiev chegaram a 17 graus abaixo de zero, complicando ainda mais a situação para os civis na região.
O comandante da administração militar de Kiev, Timur Tkachenko, relatou que a ofensiva teve como alvo a infraestrutura energética da cidade, visando causar o máximo de destruição possível. Durante os ataques, duas pessoas ficaram feridas, e as autoridades cortaram a calefação de mais de 800 residências para evitar um colapso na rede de aquecimento. A situação em Kharkiv também é crítica, onde outras duas vítimas foram registradas devido aos bombardeios.
Com a invasão da Ucrânia completando quatro anos em breve, o cenário se torna cada vez mais alarmante. Além dos ataques, uma nova rodada de negociações entre representantes russos, ucranianos e americanos está agendada para quarta-feira (4) em Abu Dhabi. O desdobramento dessas conversações poderá ter implicações significativas sobre a continuidade do conflito e a segurança dos civis na região.

