Três ativistas anti-fascistas afirmam que um policial infiltrado, Carlo Soracchi, tentou incitá-los a incendiar uma loja que seria uma fachada para grupos de extrema direita. O incidente ocorreu durante uma investigação em curso no Reino Unido, onde Soracchi atuou por seis anos em grupos de esquerda, e as acusações foram apresentadas no âmbito da investigação sobre ações de policiais infiltrados.
A alegação de que o oficial sugeriu um ato criminoso tem gerado preocupações sobre as práticas da polícia em operações de vigilância. Soracchi nega as acusações e defende sua atuação como parte de um trabalho mais amplo de monitoramento de atividades extremistas. O caso coloca em evidência as complexidades éticas e legais que envolvem a infiltração em movimentos sociais.
As consequências desse incidente podem ser significativas, não apenas para Soracchi, mas também para a confiança pública nas instituições policiais. A investigação em curso procura esclarecer as táticas utilizadas pelos policiais infiltrados e suas implicações sobre a liberdade de expressão e a segurança pública. A sociedade civil aguarda com expectativa os desdobramentos e a transparência das operações policiais.

