No dia 3 de fevereiro de 2026, Mark Cocker descreve a beleza dos musgos que adornam as paredes de calcário em Priestcliffe, Derbyshire, no Reino Unido. Estes briófitos, que podem ter surgido na Terra há quase 500 milhões de anos, dependem da água para sua reprodução e prosperam em ambientes úmidos, especialmente durante a chuva.
O autor menciona que a Grã-Bretanha é um local significativo para os briófitos, com cerca de 300 espécies de hepáticas e 770 espécies de musgos, representando um quinto de todas as espécies conhecidas mundialmente. Apesar da sua relevância ecológica, muitos britânicos não estão cientes da diversidade e importância dos musgos, que permanecem à margem da percepção pública até que a chuva os torne ainda mais vibrantes.
Cocker conclui que, embora os musgos não sejam frequentemente reconhecidos, eles desempenham um papel essencial no ecossistema e merecem mais atenção. A reflexão sobre a vida dos briófitos revela não apenas a beleza natural de Priestcliffe, mas também a necessidade de uma maior conscientização sobre a biodiversidade em ambientes urbanos e rurais.

