O Ibovespa registrou um fechamento positivo na primeira sessão de fevereiro, subindo 0,79% e alcançando 182.793,40 pontos. O índice mostrou resiliência após correções nas semanas anteriores, com o mercado de Nova York contribuindo para essa recuperação. Durante o dia, o índice variou entre mínima de 181.347,63 e máxima de 182.889,95 pontos, com um volume de R$ 28,6 bilhões negociados na B3.
As blue chips dominaram a sessão, exceto pelas ações da Petrobras, que caíram em resposta à desvalorização do petróleo. A correção no preço da commodity foi influenciada pela redução das tensões entre EUA e Irã e pelo progresso nas negociações de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia. Apesar da queda na Petrobras, o setor bancário e o metalúrgico mostraram força, contribuindo para a firmeza do índice em níveis elevados.
O analista Matheus Spiess da Empiricus Research observou que o mercado demonstrou robustez, superando receios de uma correção mais acentuada. À medida que fevereiro avança, as expectativas se concentram em eventos econômicos significativos, incluindo a escolha do novo presidente do Federal Reserve. O cenário permanece volátil, com os investidores atentos às declarações que podem impactar o comportamento do dólar e dos principais ativos financeiros.

