Estudo aponta que 31,7% dos adultos nas capitais enfrentam insônia

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

Um estudo recente do Ministério da Saúde revelou que 31,7% dos adultos nas capitais brasileiras relatam sintomas de insônia, enquanto 20,2% dormem menos de seis horas por noite, um nível considerado prejudicial à saúde. Maceió lidera as estatísticas, apresentando altos índices tanto de sono insuficiente quanto de insônia, com 38% da população adulta afetada por essas condições.

Além de Maceió, outras capitais como Salvador e Rio de Janeiro também enfrentam problemas significativos relacionados ao sono, especialmente entre as mulheres, que apresentam taxas de insônia mais altas. A pesquisa indica que a escolaridade influencia os padrões de sono, com pessoas menos instruídas sendo mais propensas a dormir mal. Esses dados ressaltam a necessidade de abordagens mais eficazes em saúde pública para enfrentar as questões relacionadas ao sono.

A relação entre sono inadequado e saúde mental é preocupante, com a insônia associada a um maior risco de doenças crônicas e baixa qualidade de vida. O estudo sugere que a falta de sono reparador pode impactar diretamente a saúde emocional e física da população. Portanto, promover hábitos saudáveis de sono deve ser uma prioridade nas políticas de saúde pública.

Compartilhe esta notícia