Estudo liga consumo de álcool a aumento do risco de câncer

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

Um estudo recente indica que até mesmo o consumo de uma única bebida por semana pode estar associado a um maior risco de câncer, incluindo tipos como os de mama e fígado. Publicado em 2025, o relatório do Escritório do Cirurgião Geral dos EUA revela que apenas 49% dos americanos consideram o álcool um carcinógeno, comparado a 91% para a radiação e 89% para o tabaco. Essa falta de conscientização ressalta a necessidade de mais educação sobre os riscos associados ao consumo de álcool.

A pesquisa aponta que o álcool pode aumentar a incidência de pelo menos sete tipos de câncer, conforme listado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Apesar disso, as novas diretrizes alimentares dos EUA, que recomendam uma redução no consumo de álcool, não especificam limites claros, deixando os consumidores sem orientações precisas. Especialistas expressam preocupação com a ambiguidade das novas recomendações, que podem não ajudar na conscientização sobre os riscos.

As implicações dessa pesquisa são significativas, pois indicam uma necessidade urgente de revisão das diretrizes sobre consumo de álcool e uma melhor educação pública. O aumento do risco de câncer associado ao álcool desafia a percepção de que o consumo moderado é seguro. Especialistas sugerem que a abstinência seria a melhor opção para evitar riscos, reforçando a ideia de que os efeitos do álcool na saúde são preocupantes e potencialmente evitáveis.

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