Falta de leitos de saúde mental leva à morte de adolescente no Reino Unido

Laura Ferreira
Tempo: 2 min.

Um inquérito revelou que a falta de leitos de saúde mental e a comunicação deficiente entre as agências foram fatores determinantes na morte de Ellame Ford-Dunn, uma adolescente de 16 anos, no Reino Unido. Ela faleceu em março de 2022, depois de ter fugido de uma ala infantil aguda onde estava internada devido à escassez de leitos adequados. O incidente ocorreu nos terrenos de um hospital em Worthing, evidenciando a crise no sistema de saúde mental britânico.

Ellame tinha um histórico de automutilação, e sua morte levanta preocupações sobre a adequação dos cuidados prestados a adolescentes com problemas de saúde mental. O inquérito destacou que a falta de leitos apropriados para seu tratamento pode ter contribuído para sua fuga e, consequentemente, para sua morte trágica. Além disso, a comunicação ineficaz entre as agências envolvidas também foi apontada como um fator crítico no caso.

Esse desdobramento chama a atenção para a necessidade urgente de reformas no sistema de saúde mental no Reino Unido. Especialistas em saúde mental e defensores dos direitos dos pacientes pedem por melhorias nos serviços e maior colaboração entre as instituições. A morte de Ellame Ford-Dunn destaca uma crise que pode afetar muitos jovens, ressaltando a importância de um sistema de saúde mental mais robusto e acessível.

Compartilhe esta notícia