Na abertura do Ano Judiciário de 2026, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, destacou a importância da integridade institucional e anunciou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta de um novo Código de Ética. O discurso ocorreu durante uma sessão solene nesta segunda-feira, evidenciando prioridades de sua gestão voltadas para a transparência e responsabilidade pública.
Fachin ressaltou que momentos de adversidade exigem uma postura firme, pedindo clareza de limites e uma fidelidade inabalável à Constituição. Ele também enfatizou que a proposta de um Código de Ética será uma prioridade, visando reforçar a confiança pública nas instituições. O discurso reafirma o compromisso do STF com a integridade e a responsabilidade na condução de suas atividades.
As declarações de Fachin indicam um movimento em direção a uma maior transparência no judiciário, refletindo a necessidade de fortalecer a relação entre a Corte e a sociedade. O desenvolvimento de um Código de Ética pode ter implicações significativas para a atuação dos magistrados e para a percepção pública sobre a Justiça no Brasil. O impacto desse discurso e das propostas apresentadas deve ser monitorado ao longo do ano.

