A Uber revelou nesta segunda-feira (2) que está em conversações com a agência de seguridade social da França, visando resolver uma disputa sobre o status de seus motoristas. A discussão gira em torno da classificação desses profissionais, que pode determinar se eles são considerados autônomos ou empregados sob as normas trabalhistas do país.
A controvérsia surge em um contexto de crescente pressão sobre plataformas de transporte por aplicativo, que enfrentam desafios legais em diversas regiões. A decisão da agência pode ter implicações significativas para a operação da Uber na França, afetando suas políticas de contratação e custos operacionais, bem como o modelo de negócios adotado pela empresa.
Caso a agência decida classificar os motoristas como empregados, a Uber poderá ser obrigada a fornecer benefícios trabalhistas, como férias e seguro saúde. Essa mudança não apenas impactaria a empresa, mas também poderia influenciar outras plataformas de economia compartilhada, acentuando o debate sobre direitos dos trabalhadores na era digital.

