Em janeiro de 2026, a Rússia lançou menos drones e mísseis contra a Ucrânia do que no mês anterior, segundo análise da AFP. A Força Aérea ucraniana relatou uma redução de 13% nos drones e 23% nos mísseis, mas a Ucrânia enfrenta uma grave crise energética com cortes severos de serviços essenciais, incluindo calefação e água.
Os registros indicam que janeiro trouxe os piores cortes de energia desde o início do conflito em fevereiro de 2022, afetando especialmente Kiev, onde os moradores buscam abrigo para escapar do frio intenso. O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, comentou que a Rússia alterou o foco de seus ataques, mirando em alvos logísticos e na linha de frente, enquanto os sistemas de defesa aérea do país estão sobrecarregados e com munição em escassez.
As implicações dessa nova fase do conflito são significativas, com a possibilidade de um cessar-fogo temporário sugerido por líderes internacionais, incluindo o presidente dos Estados Unidos. Contudo, a realidade da guerra continua a ser marcada por alta vulnerabilidade e riscos, mantendo a situação tensa e incerta para a população ucraniana durante o inverno rigoroso.

