O líder espiritual budista, reconhecido mundialmente, foi premiado na categoria de audiolivros do Grammy por suas meditações. A cerimônia ocorreu em 02 de fevereiro de 2026, gerando reações adversas do governo chinês, que condenou a premiação como uma forma de manipulação política.
A vitória do Dalai Lama, que é uma figura central na luta pela autonomia do Tibete, intensificou as tensões entre a China e seus críticos. Pequim considera o Dalai Lama um separatista, responsabilizando-o por incitar divisões na região. Em resposta, grupos e defensores dos direitos humanos celebraram o reconhecimento como uma validação do trabalho espiritual do líder.
As implicações desse evento são significativas, já que refletem a contínua luta entre a liberdade religiosa e as políticas de controle da China. A crítica de Pequim pode levar a um aumento das tensões diplomáticas e a uma maior polarização sobre questões relacionadas ao Tibete e à autonomia. Este prêmio pode também despertar um novo interesse internacional na situação dos direitos humanos na região.

