Redes fechadas na internet estão proliferando no Brasil, promovendo práticas de zoossadismo que envolvem o abuso e a tortura de animais, principalmente entre os jovens. Esses grupos têm como lema a busca por sofrimento intenso dos animais, levando a uma escalada alarmante de violência. Esse fenômeno foi evidenciado em um relatório que destaca a gravidade das ações perpetradas por esses indivíduos.
O aumento desses grupos nas redes sociais levanta preocupações sobre a saúde mental dos envolvidos e a normalização da violência contra os animais. Além disso, o acesso fácil à informação e à desinformação pode potencializar comportamentos agressivos, tornando mais difícil o combate a essas práticas. A situação exige uma resposta efetiva dos órgãos competentes e da sociedade em geral para promover a proteção dos animais e conscientizar os jovens sobre a gravidade dessas ações.
Como desdobramento, é fundamental que haja um fortalecimento das legislações que protegem os animais e campanhas educativas que abordem o respeito à vida. A discussão sobre o papel das plataformas digitais na contenção desse tipo de conteúdo também se torna imprescindível. Somente com uma ação conjunta será possível reduzir essa violência e garantir um ambiente mais seguro para os animais no Brasil.

