Em 2 de fevereiro de 2026, a China confirmou a execução de quatro integrantes da máfia da família Bai, envolvidos na operação de centros de fraudes em Mianmar. A ação foi divulgada por meios de comunicação estatais, evidenciando a postura rigorosa do governo chinês em relação ao crime organizado que se estende além de suas fronteiras.
A máfia da família Bai tem sido associada a diversas atividades ilegais em Mianmar, um país que já enfrenta desafios significativos em sua governança e estabilidade. As ações do governo chinês refletem uma tentativa de desmantelar redes de crime que afetam a segurança e a ordem pública, tanto em seu território quanto em nações vizinhas.
As implicações dessa execução podem ser profundas, especialmente considerando o contexto de instabilidade em Mianmar. A medida pode gerar reações na relação entre China e Mianmar, além de provocar um debate mais amplo sobre a luta contra o crime organizado na região. O desdobramento desse caso será observado de perto por analistas e autoridades locais.

